Tratamento com células-tronco reduz em mais de um terço as mortes por insuficiência cardíaca

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O maior estudo já feito com células-tronco e insuficiência cardíaca trouxe resultados incríveis! O estudo foi apresentado no Colégio Americano de Cardiologia nos EUA e mostrou que células-tronco retiradas da medula óssea do próprio paciente reduziram em 37% o número de mortes e hospitalizações, se comparado com quem recebeu um placebo.

Os pesquisadores cultivaram 2 tipos de células-tronco da medula em laboratório e injetaram no coração dos pacientes através de um cateter, ou seja, sem necessidade de cirurgia. 60 pacientes em fase terminal receberam as células-tronco e outros 66 receberam um placebo, aleatoriamente. O processo levou menos de duas horas e quem não teve complicação pode ter alta no dia seguinte.

Além do número menor de mortes no ano seguinte, o estudo descobriu que quem recebeu as células teve uma redução de 51% na necessidade de hospitalização. Dos que não receberam a terapia celular, 82% tiveram que ter assistência médica.

Isso é uma boa notícia para quem não pode arriscar um transplante por idade ou alguma outra condição de saúde, fazendo da terapia celular uma opção promissora!

Tartarugas verdes da Flórida e do México saem da classificação “em perigo”

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A população de tartarugas verdes da Flórida e do México foi reclassificada na lista que classifica o risco de extinção. De “em perigo” (em inglês endangered), a espécie passou para a se classificar como “ameaçada” (ou threatened). Isso mostra um avanço positivo nos esforços de conservação da espécie.
Sob a nova classificação, as tartarugas verdes continuam sob proteção do Endangered Species Act, lei que protege espécies ameaçadas, mas deixam de enfrentar um risco iminente de extinção.

Desde o final dos anos 70, quando a lei entrou em vigor, o número de fêmeas acasalando aumentou para pelo menos 2.250 contadas a cada ano, um avanço enorme para o número de animais em 1978, que era possível de contar nos dedos.

Para Eileen Sobeck, administradora do NOAA (National Oceanic & Atmospheric Administration, o departamento americano responsável pela conservação dos oceanos), o sucesso do projeto pode servir de rota para outros programas de conservação de populações de tartarugas verdes ao redor do mundo.

Há ainda três populações de tartarugas verdes no mundo consideradas “em perigo”, com grande risco de extinção, no Mar Mediterrâneo e no Oceano Pacífico, nas regiões centro-sul e centro-oeste.

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Menina chamada de baleia cria campanha pra salvar baleias

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Uma caloura do ensino médio se recusou a ser vítima de bullying, trocando o que poderia ter sido uma experiência negativa por algo que fizesse a diferença. Dannie McMillan, de 16 anos, estava na escola quando recebeu um screen shot de uma página no twitter onde outro estudante a chamava de “baleia gorda”, com uma imagem do animal com o rosto dela sobreposto.

“No momento em que eu saí da sala, comecei a chorar,” disse ela “Estava muito irritada. Fiquei brava por um tempo, mas no começo estava com muita vergonha.”

Ela então trocou mensagens com a modelo plus-size Laura Lee, a quem já admirava. “Eu disse a ela, brincando, que uma parte de mim queria chorar o dia todo, mas que a outra queria que eu usasse uma camiseta com uma baleia nela e fosse pra escola com ela, pra mostrar que eles não podiam mexer comigo” Pra surpresa dela, a modelo apoiou a ideia.

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Modelo da camiseta com a frase “Dee, a baleia gorda salva as baleias”

Com esse apoio, Dannie usou um site pra criar uma camiseta customizada, onde se lia “Dee, a baleia salva as baleias”. Os lucros da venda da camiseta seriam doados para a uma organização na Califórnia chamada Save the Whales.

Até o dia 13 (domingo, Dannie tinha levantado mais de 500 dólares entre vendas de camiseta e doações para sua página no gofundme. Quem comprar as camisetas vai recebê-las no final de março, quando a campanha acabar.

Atletas refugiados poderão competir sob a bandeira olímpica nos jogos do Rio

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O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou na quarta-feira a criação de uma equipe de atletas refugiados, que poderão concorrer sob a bandeira olímpica. Segundo o dirigente Thomas Bach, os atletas não poderiam participar dos jogos mesmo com índices olímpicos, já que, como refugiados, não teriam nem pátria nem comitê olímpico para representá-los.

A equipe foi estabelecida pelo comitê executivo do COI e conta com uma pré-seleção de 43 atletas, que passarão por critérios de qualificação e elegibilidade. Oficiais, técnicos, treinadores e especialistas serão escolhidos pelo COI e os gastos dos participantes serão pagos pela Solidariedade Olímpica Internacional.

Os atletas marcharão atrás da bandeira olímpica, durante a abertura, antes apenas do Brasil, que entra por último por sediar os jogos.

Mulher barbada abre desfile no Reino Unido e fala sobre autoestima

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Harnaam Kaur chocou o mundo ao abrir o show do Royal Fashion Day no Reino Unido, na semana passada. Isso porque Harnaam é uma “mulher barbada”.

Após o desfile, Harnaam postou em seu instagram uma foto do desfile que fez para a designer de jóias Marianna Harutunian, com uma mensagem sobre seu sonho de ser modelo:

I grew up watching America's next top model, and i admired @tyrabanks whole heartedly. I always wanted to be like the pretty models, so i remember copying the way they posed and walked. I grew up being told i was to fat, ugly, and disgusting to even model. I was told i'd never walk the runway. I used to look at models and tell myself that i will never ever be able to do what they are doing. I am not pretty enough or beautiful enough and i dont have the 'right' body type. I was laughed at when i said i wanted to model. Jokes on my bullies. I was lucky enough to walk for @mariannaharutunian as the first bearded lady to walk for a celebrity jewellery designer. I was humbled to be the first model to walk and open the show for #royalfashionday with the portrait of the legendary #davidbowie looking down on me! Every path is my runway! Walk with your head up high and ooze confidence always! Xx (my lifes quote) Dreams do come true! A huge thank you to @usfashionsource and @mariannaharutunian for scouting me and allowing me to walk for the jewellery brand. 📷- @jamesalexanderlyon thank you James for capturing a precious moment. Jewellery by @mariannaharutunian Shoes- @jeffreycampbell spiked lita boots Makeup - @loribeemua Dress- @angeshowroom #harnaamkaur #mariannaharutunian #lorrainerobledo #londonfashionweek #lfw #royalfashiondaylondon #royalfashionday #beardedlady #bearderwoman #harnaamkaurdoesrunway #harnaamkaurdoesfashion

A photo posted by the official harnaam kaur page (@harnaamkaur) on

 

“Cresci assistindo ao programa America’s Next Top Model e sempre admirei Tyra Banks de todo o coração. Sempre quis ser como as lindas modelos e lembro de copiar as poses que elas faziam e como desfilavam. Enquanto crescia, ouvia que era muito gorda, feia e nojenta pra ser uma modelo… Eu costumava olhá-las e dizer pra mim mesma que que eu nunca seria capaz de fazer o que elas faziam. Dizia que não era bonita o bastante, ou que não tinha o corpo certo para aquilo. Riram de mim quando disse que queria ser modelo”

“Mas agora eu rio de quem riu de mim. Fui sortuda o bastante para desfilar pela @mariannaharutunian como a primeira mulher barbada a desfilar para uma marca de jóias para celebridades. Me sinto honrada por ser a primeira modelo a entrar e abrir o show da #royalfashionday com o retrato do lendário David Bowie atrás de mim. Todo lugar é minha passarela! Ande com sua cabeça erguida e muita confiança, sempre! […] Sonhos se realizam. ”

A barba de Harnaam cresceu quando ela tinha 11 anos, depois de desenvolver síndrome de ovário policístico, um distúrbio hormonal, e era motivo de vergonha para ela. Depois de anos de sofrimento, ela começou a se aceitar.

“Amo minha barba, minhas estrias e minhas cicatrizes. Esses elementos me fazem ser quem eu sou, me fazem inteira, me fazem completa. Minha barba é cem por cento parte do meu corpo.” disse ela ao blog Rock ‘N Roll Bride. “Ela é minha fonte de força e confiança. As pessoas veem como pelo, mas é muito mais do que isso. Eu mantenho a barba para mostrar um jeito diferente, confiante, diverso e forte de ser mulher… Eu amo minha barba e vou sempre apreciá-la.”

Homens compram tartarugas para devolvê-las ao mar

 

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Duas tartarugas foram salvas de virar refeição em Papua-Nova Guiné, graças ao trabalho de Arron Culling e seu parceiro de trabalho. Os dois compraram as tartarugas em um mercado local e as devolveram ao mar.

Segundo sua postagem no Facebook, na sexta, Arron pagou 50 dólares nas tartarugas e viajou 5km para libertá-las. Além dessas, Culling e seu amigo libertaram mais outras 10.

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Há sete tipos de espécies de tartaruga marinha no mundo e quase todas estão em risco porque a pesca marinha ainda é legal em muitas áreas. Para saber mais sobre projetos de conservação de tartarugas marinhas no Brasil, acesse o site do Projeto Tamar.