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Garoto que alimentava cachorros de rua com sarna cria abrigo de animais na garagem de casa

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Com uma pequena ajuda do seu pai e de alguns doadores, o menino de 9 anos Ken, das Filipinas, está finalmente realizando um sonho: Criar um abrigo para cachorros para que eles não morram nos canis e nem nas ruas.

A missão de Ken é muito simples e direta: “O oficial no canil me disse que a maioria dos cachorros é sacrificada porque apenas 20 a 30% dos donos procuram seus cachorros no local e nenhuma instituição de ajuda a animais tem feito algo sobre isso. Eu quero resgatar o máximo de cachorros que eu puder salvar de serem mortos por nenhuma razão”.

Apesar de Ken querer criar o abrigo há algum tempo, a razão que levou o sonho à realidade foram as fotos postadas dele em fevereiro alimentando cachorros com sarna (O Lado Bom do Mundo postou sobre isso aqui). Quando elas viraram virais, desconhecidos de todo o mundo expressaram o seu apoio ao garoto e decidiram ajudá-lo. Agora, com um auxílio do seu pai e de outros habitantes da sua cidade, ele está tirando cães das ruas e recuperando das suas doenças para que encontrem um lar amoroso. O abrigo foi construído na garagem da sua casa.

“Meu pai me disse que eu precisaria economizar muito dinheiro e que demoraria cerca de 20 anos para criar o abrigo. Ele disse que apenas adultos conseguiam dinheiro o suficiente para começar algo assim”, Ken explicou no seu site. “Algumas pessoas muito gentis que viram as minhas fotos doaram dinheiro para me ajudar a cuidar dos cachorros. Nós conseguimos o bastante para que os animais que eu estava alimentando nas ruas conseguissem ração de qualidade e auxílio em veterinárias. Eles ganharam muito peso, as feridas abertas sararam e o pelo cresceu de novo. E eles também aprenderam a não ter medo de humanos”.

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via Bored Panda leia mais

Ele largou tudo para cuidar da avó com Alzheimer! Confira a entrevista com o criador da página Vovó Nilva

vovo boaVocê largaria tudo pra cuidar quem você ama? Um jovem de Porto Alegre deixou a faculdade de filosofia e o emprego e decidiu dedicar-se a sua avó, Nilva, em tempo integral. Ela tinha sido diagnosticada com Alzheimer e ele decidiu que seria seu cuidador até que ela o deixasse! Ele criou uma página no facebook para contar sua experiência e agora a página vai virar um livro, com comentários médicos sobre Alzheimer e muito bom humor, chamado “Quem, eu?!” Confira a entrevista que fizemos com Fernando Aguzzolli, criador da página Vovó Nilva, que relata com muito bom humor e informação a jornada dele até os últimos momentos de sua avó aqui na Terra:

Em que momento você decidiu que era a hora de largar tudo e se dedicar inteiramente à sua avó?

Eu estava abrindo minha empresa – ou seja, mais investindo que recebendo – e fazendo o segundo semestre de filosofia na UFRGS. Minha avó já estava com Alzheimer ha 5 anos, entrava cada vez mais no estágio onde eles são mais dependentes de alguém 24h por dia, um cuidador como costuma-se dizer. Como minha mãe tinha um trabalho flexível, que ela amava e, obviamente, dava mais dinheiro que minha empresa, decidi cuidar de minha avó, retribuir exatamente aquilo que ela havia feito por mim!

Qual foi a maior dificuldade e qual a maior recompensa de ter cuidado dela durante aquele ano? A doença em si é um baita obstáculo, cabe a nós reconhecermos esse obstáculo e transformarmos ele em algo positivo! Através da doença da minha avó passei a fazer parte de sua vida ainda mais, uma relação de amor e gratidão, de fato! Certamente foi difícil, em grande escala, até porque eu vivi a velhice da minha avó, isso é complicado emocionalmente para o cuidador.

vovoladobomdomundoEm algum momento em que você se questionou se deveria continuar com isso, ou quis desistir? Se sim, o que te fez seguir adiante?

Acho que nunca quis desistir, mas muitas vezes me perguntei se teria forças. O que me fez seguir a diante? Amor. Gratidão.

Infelizmente, a vovó Nilva nos deixou. O que você pretende fazer a partir de agora? Vai retomar a vida de onde estava ou vai dedica-la definitivamente a divulgação da doença?

Vou fazer ambos. Certamente vou aproveitar essa visibilidade que o livro e a página ganharam pra fomentar esse debate a nível nacional. É importante que o Brasil possa ter a oportunidade de avançar na questão terceira idade, estamos atrasados e envelhecer é uma luta quase impossível por aqui, principalmente quando há um obstáculo, como o Alzheimer. 

O que você diria para quem está enfrentando a mesma situação ou acabou de descobrir que um parente está com Alzheimer? 

Força, em primeiro lugar! A ‘cura’ do portador passa por vários estágios, eu falo sobre isso no livro inclusive. Mas é importante chegarmos em: Amor e humor. Só aí vamos obter forças pra seguir em frente!

Desconhecido resgata mulher após acidente e a pede em casamento

Lado bom

Uma tragédia que virou história de amor. A frase pode até parecer clichê, mas é assim que o casal Nilton Natalino Neves, de 47 anos, e Magna Sousa Carrijo, de 48 anos, se refere ao relacionamento que começou no dia 31 de outubro de 2013, data em que a dona de casa foi resgatada pelo vendedor de Ribeirão Preto após sofrer um acidente de carro pela BR-364 próximo a Rondonópolis, no estado de Mato Grosso. Neves, que socorreu Magna após vê-la capotar ribanceira abaixo, diz que o sentimento quando a pegou nos braços após retirá-la do veículo foi arrebatador. “Foi como se tivesse aberto um baú de tesouro. Enxerguei uma luz maravilhosa”, conta.

via G1  leia mais

Girafa se despede de funcionário de zoo com câncer terminal

girafaUma girafa do zoológico de Diergaarde Blijdorp, em Roterdã, na Holanda, foi fotografada se despedindo de um tratador que passou grande parte da vida limpando seu cerco. O homem, conhecido apenas como Mario, sofre de um câncer terminal e pediu que sua maca fosse transportada para dentro do cerco do animal para que ele pudesse se despedir.

“Esses animais reconheceram ele e sentiram que as coisas não vão bem com Mario”, disse Kees Veldboer, criador da Fundação Ambulance Wish, que levou Mario até o zoológico. “Foi um momento muito especial, ele estava radiante”, completou. Depois de se despedir dos animais, Mario, que é deficiente mental, pediu alguns minutos para dar adeus aos colegas do zoológico, onde passou a maior parte de sua vida adulta.

via Terra leia mais

Relações humanas nos fazem felizes, não o consumo

Você já deve ter ouvido a seguinte frase ecoando por aí: “as melhores coisas da vida não são coisas”. Pois é, a máxima não poderia ser mais acertada. Saiba que um estudo feito na Suécia chegou à mesma conclusão.

A partir de entrevistas colhidas desde 2010, pesquisadores da Universidade de Lund confirmaram que a felicidade está mais ligada aos nossos relacionamentos afetivos (família, amigos e parceiros românticos) do que às coisas materiais que nos rodeiam.

Os autores afirmam que consumir já havia sido associado a uma forma de felicidade, entretanto, uma felicidade de característica “mais passageira”, digamos. Assim, a coleta dos dados chegou à conclusão de que as pessoas atingem sentimentos de felicidade mais intensos e duradouros quando verbalizam, vivem – e pensam – a respeito de seus relacionamentos de maneira geral.

via Blog do Dr. Cristiano Nabuco leia mais

O Projeto Tutu

Aí navegando por essa internet desse mundão enorme, você descobre que há histórias de amor espalhadas por todos os lugares e elas se manifestam das maneiras mais incríveis possíveis. Pode ser algo romântico, pode ser algo emocionante, pode ser algo fofinho e pode ser algo maluco. Uma das mais lindas que eu vi nos últimos tempos foi a de Bob e Linda Carey.

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O casal está junto desde os anos 1980. Quando em 2003 Linda foi diagnosticada com câncer de mama, Bob quis inventar um jeito de deixá-la mais alegre, principalmente nos períodos de quimioterapia. Foi quando a ideia do The Tutu Project (O Projeto Tutu) nasceu.

Bob tira a roupa, coloca um tutu cor-de-rosa de bailarina e tira fotos divertidas e emocionantes por aí para Linda se distrair no hospital. Quando ela começou a mostrar as imagens para as amigas também doentes, o ambiente do hospital ficou muito mais leve. Linda diz que ela simplesmente começa a rir sempre que vê o seu marido dançando por aí com apenas um tutu e isso a ajuda a se manter positiva. “Quanto mais eu rio, melhor eu me sinto”.

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As imagens começaram a ser compartilhadas, e como tudo na internet isso se tornou viral. As pessoas passaram a reconhecer o trabalho de Bob, mesmo que a sua ideia inicial tenha sido apenas alegrar a esposa.

No seu site, Bob diz que “Curiosamente, o câncer dela nos ensinou que a vida é boa. Lidar com isso pode ser difícil e às vezes a melhor coisa – não, a única coisa – que podemos fazer para encarar outro dia é rir de nós mesmos e compartilhar a risada com os outros”.

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Tudo deu tão certo, as pessoas ficaram tão emocionadas com a sua atitude e as suas fotos, que Bob e Linda criaram uma instituição de caridade chamada The Carey Foundation, que ajuda a mulheres com câncer de mama a se manterem financeiramente durante o tratamento.

Uma das maneiras de ajudar a instituição é comprando o livro Ballerina, lançado em setembro desse ano, que contém histórias de lutas contra a doença e, é claro, fotos de Bob e seu tutu ao redor do mundo: Na Times Square, na Itália, na neve, num campo, sentado nos degraus de uma escada de uma avenida movimentada. As imagens são uma mistura de engraçado, com vulnerável, com tocante. É bonito de se ver.

Nesse vídeo, Bob e Linda explicam bem o que significa o The Tutu Project:

Não é para renovar a fé no amor e nas coisas boas do mundo? Fiquei com os olhos cheios de lágrimas.

Saiba mais sobre o trabalho no site de Bob e Linda Carey.

Se quiser comprar o livro Ballerina, entre aqui.

via Casos, Acasos e Livrosleia mais

Fotógrafa registra uma pessoa por dia durante um ano

9Marluce

Monalisa Marques, 24 anos, formada em Jornalismo e apaixonada por fotografia, mal podia adivinhar o sucesso que seu projeto ia ter, no momento em que o concebeu, na ressaca de 1 de janeiro de 2013. “Uma pessoa por dia” é o nome da série e diz (quase) tudo: ela se propõe retratar uma pessoa a cada 24 horas até ao próximo 2 de janeiro de 2014.

Um desafio de todos os dias, encontrar uma pessoa, fotografá-la e contar sua história. Todo mundo tem uma e Monalisa já cruzou com algumas incríveis. Começou por fotografar o pai, passou por amigos e conhecidos, mas é com os estranhos que vai criando laços surpreendentes.

Monalisa pretende dar continuidade ao projeto, quem sabe com a publicação de um livro no final dos 365 retratos. Por enquanto, a página do projeto no Facebook  tem mais de 10 mil seguidores e o “Uma Pessoa Por Dia” tem chamado a atenção.

Via  Hypnessleia mais