Posto de gasolina em Porto Alegre acolhe animais de rua durante o frio

caes posto 2_site

O frio chegou de vez em boa parte do país. Assim como os moradores de rua, animais abandonados e bichinhos desaparecidos também sofrem bastante com os dias gelados. Eles costumam procurar abrigo em comércios e casas, mas nem sempre são bem recebidos. Em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, um posto de gasolina conquistou moradores da região ao acolher os cães que precisavam de ajuda.

Funcionários improvisaram bacias e cobertores para receber os hóspedes durante o inverno, e ainda oferecem água e ração. A comerciante Cinthia Cramer flagrou a boa ação ao abastecer o carro no local. “Fiquei olhando admirada, mas só tinha visto um cão. Resolvi descer para ver de perto. Foi quando me deparei com os outros todos acomodados em suas devidas bacias. Achei o máximo. Me emocionei com a criatividade e fotografei. Eles nem me deram bola, continuatam no aconchego. São uns queridos”, contou.

leia mais

Inspirada nos japoneses, torcida do Cuiabá dá exemplo limpando estádio após jogo

Exemplo Copa

Após um jogo Arena Pantanal no último final de semana, uma parte da torcida do Cuiabá e do Paysandu se inspirou na passagem da torcida japonesa pela capital mato-grossense durante a Copa do Mundo e deu um belo exemplo nas arquibancadas limpando o setor em que estavam.

Os japoneses sempre traziam suas sacolas e limpavam o local depois das partidas.

leia mais

Meninas criam app para ajudar garotas que tiveram fotos íntimas vazadas na internet

App For You

Um grupo de seis meninas de 16 anos de idade criaram um aplicativo de celular para enfrentar o que consideram o maior problema de sua comunidade: o slut shaming depois do vazamento de fotos íntimas. A ideia é acolher meninas adolescentes vítimas desse tipo de crime em um aplicativo que permite que elas conversem com outras vítimas, aprendam sobre como estão protegidas pela legislação e sejam convidadas a participar de grupos presenciais para combater o bullying.

leia mais

Peruca ‘devolve cabelos’ e sorrisos para criança com câncer em MG

Imagem

“Ela não para de passar as mãos nos cabelos e admirar os fios sedosos e brilhantes”. Essa foi a frase usada pela professora Larissa Maciel Gonçalves Silva, de 39 anos, ao falar da alegria da filha ao receber a peruca. Ela foi a primeira paciente infantil que teve uma unidade do tipo confeccionada pelo Hospital do Câncer de Uberlândia. O local tem um Banco de Perucas, que tem a produção feita por meio de doações de cabelos de pessoas de todo Brasil. A pequena Lowise Maciel Cândido Silva, de 10 anos, está em tratamento no hospital contra um sarcoma localizado no couro cabeludo e perdeu as madeixas logo na primeira sessão de quimioterapia.

A família relatou que Lowise foi sempre muito vaidosa. Ela que sempre gostou de bonecas e de tudo que leva a cor rosa teve que se adaptar e aceitar a “trocar” os corredores de casa pelos do hospital. “Conversamos muito e antes do segundo ciclo do tratamento, durante o banho, enquanto ela penteava os cabelos, os fios acabaram ficando todos no pente. Quando eu vi minha filha carequinha, senti uma facada no peito e pensei ‘agora é verdade’”, comentou Larissa.

Via G1

Rússia: São Petersburgo revoga lei anti-Gay

 

???????????????????????????????

São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia, foi a primeira a aprovar a polêmica lei que previa penalidades para a “promoção da homossexualidade”, agora será também a primeira a revogá-la. De acordo com a versão oficial, já que há uma regra em nível nacional, faz pouco sentido manter uma local. Entretanto, segundo ativistas LGBTs, o governo de São Petersburgo teme uma derrota escandalosa no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, que está estudando o caso.

Mesmo assim, o legislador russo e grande defensor da medida, Vitaly Milonov, garante que continuará lutando contra a “propaganda de homossexual perniciosa”. A lei previa multas de até 500.000 rublos (15.000 euros) para “atividades públicas da promoção da homossexualidade (lesbianismo e sodomia), bissexualidade e identidade de gênero”.

O Dia do Orgulho LGBT também era proibido pela lei. Há proibições semelhantes em Ryazan, Astrakhan e Kostroma.
A aplicação da lei sempre foi muito pouco clara. Os ativistas LGBTs nunca souberam o que as autoridades poderiam classificar como “propaganda gay”. Num país onde o ativismo LGBT é quase que totalmente asfixiado pelas autoridades, o mais provável é que qualquer demonstração de afeto entre pessoas do mesmo sexo já poderia ser enquadrada na nova lei.

Na época, o principal líder LGBT da Rússia, Nikolay Alekseev, classificou a lei como “ultrajante” e enfatizou que os ativistas gays sempre disseram que “este caso só poderia ser legalmente resolvido se o Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas e o Tribunal Europeu de Direitos Humanos se pronunciassem a respeito”.

“Esta lei dinamita o grande legado que nos deixou o passado em nossa cidade e também o futuro. É ilegal, por exemplo, mencionar que Tchaikovksy era gay”, denunciou a associação AllOut.org

via Nossos Tons

 

Leitor do Lado Bom do Mundo tem desconto na camiseteria Chico Rei!

oamor_facebook

A Camiseteria Chico Rei lançou um código de desconto para os leitores do site! Além de camiseteas lindas (como essa da imagem), a marca está envolvida em ações sociais com a APAE de SP, com o AfroReggae no RJ e com a ASCOMCER de MG. Segundo eles “É uma forma de devolvermos para o mundo o carinho que recebemos todos os dias com o crescimento da marca.”

Pra conseguir o desconto de 15%, é preciso digitar o código GOOD no campo “cupom-desconto”, direto no carrinho de compras. A promoção vai até o dia 30/06!

 

artigo patrocinado-01

Berlim abrigará primeiro templo do mundo a reunir sinagoga, mesquita e igreja

house

Como casa das três grandes religiões monoteístas, proposta da House of One é celebrar diversidade e tolerância. Cristãos, judeus e islâmicos projetam juntos local para prece e discussão – com espaço até para ateus.

Berlim vai ganhar um templo multirreligioso: a House of One (Casa de Um Só) – o primeiro edifício sacro do mundo a reunir, sob o mesmo teto, uma sinagoga, uma mesquita e uma igreja. Com início das obras programado para os primeiros meses de 2016, a construção será um teste de tolerância. Na apresentação do projeto à imprensa, nesta terça-feira (03/06), o rabino Tovia Ben Chorin ficou lado a lado com o pastor luterano Gregor Hohberg e o imame Kadir Sanci no futuro canteiro de obras. Num gesto simbólico, os três empilharam nas mãos três tijolos claros, o material com que será erguido o futuro templo. “Cidade das feridas, cidade dos milagres” é como o rabino Ben Chorin define a capital alemã, local onde foi planejado o Holocausto, um dos maiores crimes contra a humanidade do século 20. Os pais do religioso fugiram em 1935 da Alemanha para a então Palestina, e ele veio de Jerusalém para Berlim há seis anos.

Público jovem como alvo

Uma união assim seria, sem dúvida, rara no Oriente Médio ou em países como a Nigéria, onde conflitos religiosos custam tantas vidas humanas – mas tampouco é corriqueira na Alemanha, onde ainda se esbarra na rejeição aos que seguem outras religiões. Membros de outras religiões também serão convidados para os diferentes cultos na House of One. Essa demonstração de abertura visa atrair, sobretudo, os jovens, que raramente são vistos nas igrejas cristãs. Por sua vez, a comunidade judaica de Berlim, praticamente exterminada no Holocausto, cresce lentamente. Apenas os seguidores do Islã veem aumentar a presença dos jovens fiéis na vida religiosa. Visando esse público, fora alguns versos em árabe, as preces de sexta-feira serão basicamente realizadas em alemão. Tal opção não é comum nas mesquitas, onde geralmente se celebra em turco, árabe ou bósnio. No meio tempo, fundamentalistas islâmicos mais linha dura vêm criticando na internet a participação muçulmana no projeto.

Renovar sem confundir

O projeto de arquitetura sacra na capital é iniciativa da Comunidade Judaica de Berlim, do Seminário Abraham Geiger, do islâmico Fórum de Diálogo Intercultural e da Congregação Luterana das Igrejas de São Pedro e Santa Maria. Orçado em 43 milhões de euros, a intenção é que seja inteiramente financiado por crowdfunding (patrocínio público). No site da House of One, em sete idiomas, qualquer pessoa poderá contribuir, comprando um tijolo. Seu futuro endereço é a Praça Petriplatz, no centro histórico da cidade: um terreno baldio na antiga Alemanha Oriental, usado como estacionamento até algum tempo atrás. Porém, há 700 anos, cristãos têm celebrado aqui os seus cultos – primeiro numa igreja gótica, depois numa neobarroca e, então, numa em estilo neogótico. Essa última igreja foi seriamente danificada durante a Segunda Guerra Mundial e demolida durante os anos do regime comunista da República Democrática Alemã (RDA). O novo templo ecumênico será erguido exatamente sobre os fundamentos dessa última casa de oração. “Nós não queríamos simplesmente construir uma igreja”, explica o pastor Hohberg. “A cidade se transformou. Gente de todas as confissões vive aqui e quer um lugar onde possa se congregar.” Por isso, as três religiões monoteístas vão projetar, construir e habitar juntas a nova casa. “Mas não estamos à procura de uma nova religião e não queremos confundir nossas identidades”, acrescenta o imame Sanci. Por sua vez, o rabino liberal Ben Chorin almeja um lugar para aprender sobre religião sem missionarismo, para discuti-la criticamente. Ele lembra que “a fala é mais lenta do que as armas”.

hou2

O “Um” da diversidade

Espaços multirreligiosos – ou ecumênicos – existem em outros lugares, como em aeroportos ou na Organização das Nações Unidas (ONU). Em Berna, capital da Suíça, está sendo construído um centro com esse caráter. Mas a iniciativa berlinense é diferente: trata-se de um edifício sacro interreligioso.

O escritório de arquitetura Kuehn Malvezzi, de Berlim, foi quem venceu a concorrência internacional. Seu projeto pretende se destacar majestosamente na paisagem urbana, com uma torre de 32 metros de altura pairando sobre um cubo e uma cúpula central.

Cada uma das três religiões vai dispor de dependências próprias para seu culto, com dois andares – como de praxe nas mesquitas e sinagogas – ou apenas um – no caso da igreja. “Nós voltamos bem atrás na história e constatamos que as formas originais dos locais de culto para cristãos, judeus e muçulmanos não diferem tanto assim entre si”, revela o arquiteto Winfried Kühn.

Ainda assim, o projeto foi várias vezes adaptado às necessidades das diferentes religiões. Sinagogas e mesquitas precisam estar direcionadas para o leste, e a sinagoga precisa de espaço na parte superior para as cabanas do Sucot, a Festa dos Tabernáculos.

Graças às frestas de inspiração oriental na alvenaria, o edifício todo será banhado de luz. O espaço mais amplo será a nave abobadada central, um local de encontro e diálogo para fiéis e ateus.

Uma questão, porém, permanece em aberto e sujeita a diálogo: “Quem é o ‘One’, o Deus único?”. A resposta do rabino Ben Chorin é bem direta e singela: “É alguém que criou a diversidade. Senão seria muito chato.”